Páginas

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

POR UM URUARÁ MELHOR

MILHARES SAEM ÀS RUAS POR UM URUARÁ MELHOR

Segurança, Compromisso, Administração e Transparência, encabeçam as reivindicações da sociedade civil e organizada e a população em geral do município de Uruará em decorrência a insatisfação de todos, com a maneira como o município está sendo administrado, com o descaso e abandono em que se encontra a zona urbana e zona rural do município.

Nesta sexta-feira, 21, insatisfeitos com a falta de segurança, falta de medicamentos nas unidades de saúde, falta de coleta de lixo, péssimas condições das ruas, salários atrasados de servidores, entre outros, levou milhares de uruaraenses vestidos de branco a saírem às ruas da cidade na Passeata Por Um Uruará Melhor.

Cerca de 90% do comércio fechou as portas em adesão ao movimento e diversas categorias de servidores se uniram a população no protesto pacífico. A concentração do movimento ocorreu em frente a Câmara de Vereadores. Com faixas e cartazes os manifestantes perfizeram o percurso passando por ruas de chão com muita poeira até chegarem a frente ao Fórum do município, onde uma carta reivindicatória contendo todas as reivindicações da população de melhorias para o município foi entregue a Promotoria de Justiça e Judiciário local. O mesmo documento também foi entregue a Câmara de Vereadores.

A população requer apoio e atuação efetiva das autoridades competentes em prol de mudanças urgentes no município de Uruará em tudo que se refere a qualidade de vida e direitos constitucionais dos cidadãos do município.

Segundo a Polícia Militar Cinco mil pessoas participaram da Passeata, que se encerrou por volta das 11 horas frente ao Fórum, ocasião em que o Juiz da Comarca de Uruará, Vinícius de Amorim Pedrassoli, recebeu e protocolou a documentação contendo as reivindicações da população.







terça-feira, 18 de agosto de 2015

SESSÃO ITENERANTE DA ALEPA EM ITAITUBA

ERALDO PIMENTA, DEPUTADO ESTADUAL DO PARÁ É ATENDIDO, E, SESSÃO ITINERANTE DA ALEPA SERÁ REALIZADA EM ITAITUBA

Será realizada nesta quarta-feira (19), a Sessão Itinerante da Assembléia Legislativa do Pará (ALEPA), no município de Itaituba, no sudoeste do Pará. A sessão faz parte do projeto do Deputado Estadual do Pará, Eraldo Pimenta, do PMDB, que solicitou esta Sessão Especial para esta região, e, tem como objetivo reunir deputados, prefeituras e representantes da sociedade civil para debater e apontar propostas para a construção de um Pará mais justo e igualitário, principalmente investimentos para o Oeste do Pará.

“Pela primeira vez na História do Oeste do Pará, teremos esta sessão, onde iremos discutir diversos assuntos, com Saúde, Educação, Luz Para Todos, Agricultura, infraestrutura, questões ambientais, e, as dificuldades que nossa região passa com a ausência do governo do Estado e governo Federal. Nosso objetivo é propor e garantir melhorias para esta região”, explicou o deputado Eraldo Pimenta.

38 deputados se farão presentes na Sessão Itinerante.





segunda-feira, 17 de agosto de 2015

PARALISAÇÃO DOS SERVIDORES EM URUARÁ

SERVIDORES PÚBLICOS DE URUARÁ DECIDEM POR PARALISAÇÃO GERAL

Servidores da Prefeitura Municipal de Uruará PARALISARAM suas atividades. As informações são da Presidente do Sinspur, Ana Cristina, que informou que a decisão foi tomada em Assembléia Geral realizada nesta terça-feira (11). Irão paralisar SERVENTES, VIGIAS, SERVIÇOS GERAIS, PESSOAL DE SECRETARIAS, TÉCNICOS DE ENFERMAGENS. É possível que a CAMPANHA NACIONAL DE VACINAÇÃO não seja realizada neste sábado (15) em Uruará.

Ana Cristina disse que a Prefeitura foi notificada com o prazo de 48 horas, contada a partir do dia 12 de agosto. “Não fomos recebidos pelo prefeito Everton Banha, e ninguém entrou em contato com a categoria para uma negociação. Na verdade, não queremos negociação, queremos solução dos problemas, entre eles, atrasos salariais, falta de pagamento do 13º dos servidores contratados da Saúde, falta de condições básicas de trabalho aos servidores, entre outros problemas enfrentados pela categoria”, disse.

Na próxima segunda-feira (17), uma Assembléia Geral foi marcada pela categoria, para as 09 horas da manhã, na sede do Sinspur, para deliberar sobre as ações durante a paralisação.



sexta-feira, 14 de agosto de 2015

MAIS UMA DA CÂMARA MUNICIPAL DE URUARÁ

SESSÃO NA CÂMARA DE VEREADORES DE URUARÁ É ENCERRADA ANTES QUE VEREADORES DA OPOSIÇÃO FIZESSEM USO DA PALAVRA

Presidente Da Câmara de Vereadores do município de Uruará, Gedeon Moreira, encerrou a Sessão Ordinária nesta sexta-feira, 14, sem permitir que os vereadores da oposição, Jackson Oliveira e Zenilson Negão, fizessem uso da palavra na tribuna.

O presidente da casa iniciou a Sessão Parlamentar e em seguida, após apresentação de um solitário requerimento, o presidente abriu a palavra para os parlamentares perguntando se algum vereador queria fazer pronunciamento, quando os vereadores Zenilson Negão e Jacson Oliveira se levantaram de suas cadeiras sinalizando que iriam usar a tribuna o presidente da casa encerrou imediatamente a Sessão. Cerca de 10 uruaraenses presenciaram o fato.

Durante a sessão foi apresentado apenas um requerimento dos vereadores Gilmar Milanski, Zenilson Negão e Jacson Oliveira convocando o prefeito para prestar explicações sobre a situação do município.

Esta foi a primeira Sessão do segundo semestre realizada na Câmara desde o retorno dos vereadores aos trabalhos, já que a sessão que deveria ter ocorrido na última sexta-feira não aconteceu.

Com presença de 10 dos 13 vereadores do município a sessão ordinária desta sexta durou menos de 30 minutos.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

URUARÁ EM ABANDONO TOTAL

VEREADORES RECORREM AO MINISTÉRIO PÚBLICO PARA EXIGIR QUE O EXECUTIVO MUNICIPAL FAÇA RECUPERAÇÃO DAS RUAS DE URUARÁ (PA)

A ausência de asfalto e a não recuperação e manutenção das ruas trafegáveis deixa as vias em péssimas condições dificultando o ir e vir dos cidadãos uruaraenses.

Os vereadores Gilmar Milanski, Zenilson Negão e Jachison Oliveira, cobraram através de ofício, ao Ministério Público Estadual em Uruará, para que o mesmo cobre da Prefeitura Municipal de Uruará a imediata recuperação das ruas da cidade. Segundo os vereadores, o objetivo é buscar melhorias para Uruará, pois o Município atravessa a pior crise administrativa de sua história, com a atual falta de gestão e compromisso por parte do Executivo Municipal com os anseios e as necessidades da população.

O vereador Gilmar Milanski (PMDB), disse que Uruará está em estado calamidade pública. “No que se refere a lixo, entulhos, enfim, não dá para trafegar mais nas ruas. Então há tempos estamos cobrando, mas, ninguém do executivo toma iniciativa, então encaminhamos ao Ministério Público para intervir e cobre do executivo”, disse.

Segundo o vereador de Zenilson Negão (PROS), várias cobranças foram feitas ao poder executivo, o apelo agora foi ao Ministério Público Estadual. “Apelamos mais uma vez para a promotoria, para que ele intervenha junto ao Executivo e a nos ajudar a buscar as devidas soluções para esses problemas, para que nossa população possa contar com condições de vida melhores e mais seguras e higiênicas”, explicou.

Zenilson disse ainda que a Câmara de vereadores está dividida. “Temos três vereadores buscando alternativas. Mas, infelizmente temos nove vereadores, que apóiam tudo o que o prefeito faz. Estamos em desvantagem. E, isso faz com que dificulte nossa luta. Pois tudo o que o prefeito faz, estes nove vereadores dizem amém”, revelou.

Espera-se que a promotoria de Justiça em Uruará, ajude a buscar soluções a esses problemas no Município no sentido de recuperar e deixar as ruas e avenidas em excelentes condições de trafegabilidade.


O governador do estado, Simão Jatene (PSDB), prometeu no ano de 2010, 10 km de asfalto para asfaltar ruas e avenidas da cidade de Uruará, o que até o exato momento não foi cumprido, após quase seis anos de feita a promessa. São ruas e avenidas de chão que geram muita poeira no período seco, como agora, e no inverno gera muita lama, e a população sofre as conseqüências.

MARCHA DAS MARGARIDAS

Quero parabenizar você Silvana do Guaraná pela participação na MARCHA DAS MARGARIDAS, que aconteceu AÍ EM BRASÍLIA-DF na manhã desta quarta-feira (12), onde você compôs juntamente com as milhares de mulheres nesta passeata entre o Estádio Mané Garrincha e o Congresso Nacional, juntamente com a delegação de Uruará, em protesto por mais educação e mais políticas públicas para o campo.

Além da luta em combate à pobreza, o enfrentamento à violência contra as mulheres, a defesa da soberania alimentar e nutricional e a construção de uma sociedade sem preconceitos, sem homofobia e sem intolerância religiosa.

Parabéns!

#vamos_que_vamos



quarta-feira, 12 de agosto de 2015

CRISE AFETA REGIÃO

CRISE ECONÔMICA CHEGA AO SETOR CACAUEIRO E AFETA COMPRA DE CACAU NO MUNICÍPIO DE URUARÁ

Crise financeira afeta os compradores de cacau da região. Segundo informou os cerealistas em Uruará, ninguém está comprando mais o cacau.

Jacy Vargas, que trabalha com cerealista, disse que tem muita produção de cacau na região, mas a crise afetou mercado. “Produziu muito na região, mas não temos verba para pagar o produtor e com as agências financeiras fechadas (Banco do Brasil e Amazônia), a situação fica mais difícil. A verdade é que não temos mais como comprar o cacau”, disse.

Jonildo Fialho, também do ramo de cerealistas em Uruará, disse que as empresas que compram cacau da região superlotou. Ninguém mais quer comprar. “O prejuízo é grande. As empresas Cargill e Barry Callebaut, passa até 10 dias com os caminhões para descarregar. Eles não estão mais recebendo mais o cacau. A produção aumentou, mas ninguém compra”, disse.

Os produtores de cacau não sabem como vai fazer para vender o cacau, como é o caso do agricultor Francisco José de Araújo, que trabalha na vicinal do km 175 sul. “Está difícil para vender o cacau. Estamos esperando mais de 15 dias para poder vender às cerealistas em Uruará. Ninguém quer comprar. A situação está triste. Não estamos conseguindo vender. Não sabemos o que fazer”, disse o produtor.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

CENTENAS DE CRIANÇAS SEM MERENDA ESCOLAR

ESCOLAS DO MUNICÍPIO DE URUARÁ ESTÃO SEM MERENDA ESCOLAR

Centenas de crianças ficaram sem Merenda Escolar durante esta semana no Município de Uruará. A escola Melvin Jones não recebeu a merenda e os alunos reclamaram, como foi o caso da aluna do sétimo ano, das iniciais TSC, que disse que trouxe a merenda de casa. “O que se diz que é prefeito desta cidade, não tem capacidade para administrar e assumir uma escola para trazer merenda e temos que trazer de casa. Uma vergonha. Quem sofre somos nós, os alunos.”, reclamou a aluna.

O professor Wanderlei Roberto da Rosa da Escola Melvin Jones, disse que do Ensino Fundamental são 1.200 alunos prejudicados, fora os alunos do Ensino Médio. “Na Escola Melvin Jones não tem merenda. As crianças estão à mercê desta situação. O recurso vem. Se não tem merenda a responsabilidade é da administração, do prefeito. A dispensa está vazia, os freezers vazios e não sabemos o que fazer. A primeira providência para resolver esta situação deveria partir dos vereadores, mas eles não fazem nada. Estamos à mercê da Câmara de Vereadores e do Executivo. Agora imagina, se falta merenda na escola sede do Município como a Melvin Jones, imagina as demais escolas, principalmente as da zona rural?”, disse Vanderlei.

Já na Escola Ângelo Debiase, a diretora Veneranda Freitas, disse que só teve merenda na escola porque guardou do estoque ainda do primeiro semestre. “Tivemos merenda esta primeira semana de agosto, devido termos guardados a reserva ainda do 1º semestre. Nossa reserva vai até terça-feira”, explicou.

A servente da Escola Ângelo Debiase Ana Paula disse que o quem vem do DEMAE não é o suficiente para atender os alunos. “Não é suficiente. Nós aqui merendeiras, fazemos milagre. Mas o que vem do DEMAE não é suficiente”, disse.

O Instituto só teve merenda porque a direção foi buscar no DEMAE, o IEU se preocupa em oferecer a melhor merenda, mas o Departamento da Merenda Escolar deixa a desejar como disse o vice-diretor Manoel Moreira. “Fomos buscar. Quando falta é culpa do DEMAE, entretanto, nós aqui do IEU começamos a nos mobilizar e vamos atrás”, explicou.

Pais também se manifestaram inconformados com a situação, como foi o caso da dona Mônica que tem uma filha na Escola Ângelo Debiase. “Disseram que a merenda escolar deve ser qualidade, mas isso não acontece em Uruará. Aqui o que acontece em Uruará é que serve apenas suco e pão seco. Convido as autoridades e a população para visitar as escolas e ver a qualidade da merenda. E, durante esta semana, nem merenda tem nas escolas. Cadê a merenda das crianças?”, questiona.

Procuramos a equipe do DEMAE, segundo informou um dos servidores, que não quis se identificar, por medo de represálias, eles estão sem receber seu salário. Confirmamos também que o município não tem estoque de merenda para distribuir às escolas.

Ninguém quis esclarecer sobre o assunto e o porquê deixar centenas de crianças sem a merenda escolar.

Segundo o site do Governo Federal https://www.fnde.gov.br do Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE, já entrou no mês de agosto para o Município de Uruará, R$ 703.396 de recursos destinados a merenda escolar.

CLIENTES DO BANCO DO BRASIL ESTÃO REVOLTADOS

HÁ DOIS MESES SEM FUNCIONAR AGÊNCIA DO BANCO DO BRASIL DEIXA CENTENAS DE CLIENTES REVOLTADOS

A situação do Banco do Brasil em Uruará se encontra cada vez mais complicada. Hoje, dia 11, completam dois meses que aconteceu o assalto às agencias Bancárias do Banco da Amazônia e Banco do Brasil, e, até agora nenhuma previsão de abrir estas duas agências em Uruará.

Esta atitude tem deixado centenas de clientes do Banco do Brasil, revoltados, como é o caso da Cliente Adriana Fátima dos Santos Lima. “Estamos todos os dias aqui e ninguém dá uma satisfação para os clientes. O descaso é grande para com todos os clientes. Moro no km 135 e toda semana venho aqui. É um descaso conosco”, disse a cliente

Quem também passa pelo constrangimento na Agência do Banco do Brasil é a cliente Eliane Catarine. “Um dia desses encontrei com o gerente saindo aqui da agência e ele disse que poderia voltar, me identificar para resolver uma questão de um cheque e o guarda me barra e ninguém nos deu uma satisfação. Cadê alguém para nos esclarecer o que acontece com o banco?”, questiona.

Quem mais sofre com a situação, são os aposentados, como é o caso da idosa Euzimar Feitosa. “Sou aposentada e fico sem ninguém pra resolver nossa situação ou até mesmo esclarecer nada para os clientes. Não estamos conseguindo receber dinheiro. Como vou fazer para tirar meu dinheiro?”, pergunta indignada.

A população clama pelo apoio das autoridades. “Alguém, alguma autoridade, veja esta questão para os clientes. Pois do jeito que está não dá. Já são dois meses com a agência fechada”, reclamam.


Nossa equipe de reportagem procurou a gerência do Banco Brasil em Uruará, a qual não foi localizada, e, na Agência, nenhum funcionário quis falar sobre o assunto.

CACHOEIRA SECA - RESERVA INDÍGENA

AGRICULTORA DO TRAVESSÃO 170 SUL TEME PERDER PROPRIEDADE PARA RESERVA INDÍGENA CACHOEIRA SECA

Uruará está prestes a um conflito agrário de grandes proporções entre agricultores e Governo Federal. Cerca de 1.300 famílias, um torno de 5 mil trabalhadores poderão ser desapropriados com a futura homologação da já demarcada área indígena Cachoeira Seca, localizada ao lado Sul dos municípios de Placas, Uruará e Altamira.

São centenas de famílias que há pelo menos três décadas vivem e produzem naquelas propriedades localizadas na chamada Linha Vermelha e que passarão a ser consideradas Terra Indígena.

A agricultora Cleusa Pires Ferreira, do km 170 Sul, teme sair da sua propriedade. Ela disse que as famílias estão desesperadas. “Está muito difícil! Estamos temerosos em ter que sair de nossas propriedades. O INCRA e a FUNAI passaram a semana passada em casa, e, nos informaram que vamos ter que sair de nossa terra. Estamos há anos ali com nossa produção. Por que não nos deixa em paz? Pretendemos ficar lá. Não aceitamos sair. Tenho documentação de posse e, mesmo assim, eles querem nos tirar. Isto é uma injustiça e um ato covarde, que o Governo está fazendo. Eles não sabem nem onde nos colocar e nem tem certeza se vai nos indenizar”, disse a produtora rural. 

A Presidente da Associação Maribel, Melania da Silva Gonçalves, disse que o povo daquela comunidade está isolado, mas que as pessoas não vão parar a luta. “Vamos lutar pelos nosso direitos. Não somos invasores. Queremos uma divisa justa, pois os próprios índios entendem que a parte deles é do Olhões para cima. Vamos defender nosso território. Estamos há décadas ali. Agora o Governo Federal não nos dá mais direitos. Todos daquela área não tem direito a energia, nem financiamento, auxilio doença... Perdemos nossos direitos. Eles pensam que agindo dessa forma irá nos desmotivar, e, pelo contrário, estamos prontos para defender nossos direitos. Lutaremos pela nossa permanência na área”, disse.

A presidente afirma que os próprios índios reconhecem o direito dos produtores. “Nós percebemos que existe outros interesses do Governo Federal. Não é a defesa em prol do índio. Pois os próprios índios participam conosco e entende que a terra é das famílias rurais que vivem ali há décadas”, ressalta.

Os habitantes estão determinados em permanecer nas propriedades e dizem que “de lá só sairão mortos”. Os produtores que residem além da denominada ‘Linha Vermelha’ estão apreensivos, pois, com a demarcação, perderão suas terras cultivadas há cerca de 3 décadas.

AQUICULTURA

PESCA: R$ 2 BILHÕES EM LINHAS DE CRÉDITO

O Ministério da Pesca e da Aquicultura disponibilizará R$ 2 bilhões em linhas de crédito para pequenos, médios e grandes produtores. O Plano Safra da Pesca e Aquicultura é uma ação paralela ao lançamento do Plano de Desenvolvimento da Aquicultura, que realizará 20 projetos que vão mostrar como a aquicultura pode ser adequada à realidade da região Norte.

O anúncio foi feito no último sábado (8), pelo ministro da Pesca e Aquicultura, Helder Barbalho, durante mais uma agenda no Pará, desta vez no município de Porto de Moz, região do Xingu, onde o ministro esteve para inaugurar a Fábrica de Gelo da Associação de Pescadores Artesanais de Porto de Moz (Aspar).

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

CACHOEIRA SECA - MAIS DE MIL FAMÍLIAS SERÃO RETIRADAS DE SUAS PROPRIEDADES

CERCA DE 1.300 FAMÍLIAS DE AGRICULTORES DE URUARÁ, PLACAS E ALTAMIRA, PERDERÃO SUAS PROPRIEDADES PARA A RESERVA INDÍGENA CACHOEIRA SECA

Conflito prestes a explodir em Uruará na área da linha vermelha - FUNAI e INCRA faz levantamento das famílias que vivem na demarcada área indígena Cachoeira Seca para efeito de indenização do governo federal das mais de 1.300 famílias que deverão ser retiradas de suas propriedades produtivas.

Uruará está na iminência de um conflito agrário de grandes proporções entre agricultores e Governo Federal. O processo resultará na desapropriação de mais de 1.300 famílias, ou seja, cerca de 5 mil trabalhadores. Estas famílias de agricultores serão impactadas diretamente com a futura homologação da já demarcada área indígena Cachoeira Seca, localizada ao lado Sul dos municípios de Placas, Uruará e Altamira. São centenas de famílias que há pelo menos 3 décadas vivem e produzem em propriedades que agora estão localizadas na chamada Linha Vermelha e que passaram a ser consideradas Terra Indígena.

A equipe está acampada Transiriri, travessão 185 sul (Vila Canaã), município de Uruará, onde montaram uma base para os trabalhos.

Segundo o coordenador da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), José Raimundo, já foi feito o levantamento de 700 famílias que vivem na área e a FUNAI e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), prosseguem fazendo o levantamento de vistorias para indenização das benfeitorias que estão inseridas na referida Reserva Indígena. “Iniciamos o trabalho no dia 02 de julho deste ano, nos travessões do km 175 e 180, ficando alguns moradores em função do cadastramento do INCRA. Este trabalho visa levantar as benfeitorias existentes conforme a exigência do Governo Federal. Já fizemos o levantamento de 700 famílias levantadas. Ao todo, temos um dado de 1.300 ocupações na terra indígena”, explicou.

O coordenador da FUNAI disse ainda que a terra indígena já passou pelo processo de identificação, delimitação e demarcação. O trabalho realizado agora é para efeito de homologação da Presidência da República. “Queremos tranqüilizar os moradores da área da Linha Vermelha. Não será uma retirada imediata. Iremos vistoriar as benfeitorias existentes, para depois, fazer a possível indenização por parte do Governo Federal. O trabalho que estamos fazendo é transparente e pedimos que os moradores autorize os técnicos a fazer os trabalhos em suas propriedades”, solicitou.

Já o coordenador do Incra, Celso Moqizuki, disse que o Instituto está fazendo apenas o cadastramento das famílias. “Iremos colocar estas pessoas no Sistema de Informações de Projetos de Reforma Agrária (SIPRA) e se forem aprovados, terão a possibilidade de reassentamento dessas famílias em outra localidade”, disse.

Segundo informou ainda o coordenador do INCRA não foi estipulada uma área para reassentar as famílias. “Não temos uma área apropriada para reassentar as famílias. Mas assim que tivermos o número de famílias cadastras, até lá, já teremos um local para serem remanejadas estas famílias”, revelou.

A equipe da FUNAI e INCRA ficara até o dia 23 de setembro, conforme portaria do Governo Federal. “Caso não seja completado o cadastramento das famílias, uma nova portaria será baixada para até meados de novembro e dezembro. Mas uma coisa é definida, este ano termina o cadastramento”, explicou José Raimundo.

O município de Uruará será bastante prejudicado com a retirada desses produtores, sendo a referida área responsável por cerca de 40% da produtividade agrícola e pecuário do município.

O QUE DIZEM OS MORADORES DA ÁREA DENOMINADA LINHA VERMELHA - Para os moradores, trata-se de uma decisão impositiva e arbitrária, uma vez que agricultores, prefeituras, Câmara Municipal e sindicatos rurais e patronais afirmam que não é terra indígena a referida área demarcada onde se encontram as centenas de famílias residindo há mais de 30 anos.

Os habitantes estão determinados em permanecer nas propriedades e dizem que “de lá só sairão mortos”. Os produtores que residem além da denominada ‘Linha Vermelha’ estão apreensivos, pois, com a demarcação, perderão suas terras cultivadas há cerca de 3 décadas.

Sem ter para onde ir e sem qualificação profissional para atuarem em outras áreas, um caos social pode ser desencadeado, se for dada a eles apenas a sede do município como opção e não houver emprego com que sustentem a família.

A resistência por parte dos produtores tem como base as diversas declarações dos representantes dos menos de cem índios da tribo dos Araras, etnia que reside nas terras em questão. Em reuniões com a comunidade, o cacique dos Araras teria deixado claro que não tem a intenção de ocupar uma terra já utilizada com lavouras, cercas e currais, que não serve aos seus propósitos e que não abriria mão da área chamada ‘Olhões’, que fica a uma distância considerável do local requerido. O cacique também teria afirmado que a demarcação trará mais benefícios para a Funai do que aos índios, uma vez que não existiria “conflito” entre índios e posseiros - muitos deles já teriam, inclusive, recebido a posse da terra pelo Incra, assim como financiamentos para melhorias nas áreas.

AUDIÊNCIAS REALIZADAS

A sociedade civil organizada teme que a situação atinja o limite extremo. Preocupados, um dos defensores das famílias da área, o deputado Estadual, Eraldo Pimenta (PMDB), ainda quando prefeito fez várias audiências, inclusive trazendo para Uruará, na época (Junho de 2011) a Ministra da Secretaria Nacional de Segurança Pública, Regina Miki. Entre outras audiências Eraldo Pimenta, junto aos presidentes da Câmara Municipal, dos sindicatos rural e patronal e secretário estadual de Pesca, estiveram em Brasília, com os ministros da Justiça, Casa Civil, entre outros, para cobrar e exigir que a situação seja revista.

Até o momento o governo federal tem fechado os olhos para todas as alegações e cobranças já feitas, mantendo assim a iminente homologação da referida Reserva Indígena Cachoeira Seca.


EM URUARÁ, POPULAÇÃO DEVE SAIR ÀS RUAS EM PROTESTO A ATUAL GESTÃO

NA 2ª REUNIÃO DA SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA DE URUARÁ REPRESENTANTES EXPÕEM OS PROBLEMAS EXISTENTES NO MUNICÍPIO

Associações, sindicatos, cooperativas, comerciantes, vereadores, CDL, ACIAU, representantes da zona urbana e rural, se reuniram pela segunda vez na Câmara Municipal de Vereadores de Uruará, na noite desta quarta-feira (05), para discutir os problemas de Uruará em busca de soluções.

A comerciante Maria Félix de Souza, disse que a população uruaraense está indignada com o que está acontecendo. “O que está acontecendo hoje com Uruará, a responsabilidade é da Câmara de Vereadores. Eles não tomaram nenhuma providência. Procuramos os vereadores várias vezes e, eles simplesmente nunca nos deram uma resposta. Vínhamos às reuniões e eles diziam que estavam fazendo requerimentos e mais requerimentos e engavetando e nenhuma respostas. Nossa cidade está acabada. Estou pra fechar minha loja, porque não consigo receber de ninguém. Os funcionários públicos que compram conosco não está conseguindo pagar, porque o Prefeito não paga ninguém”, disse.

Representando os motos taxistas em Uruará, Elizeu Lopes, contou da situação. “O município de Uruará está caótico, e como representante dos motos taxistas, estamos com ruas esburacadas, intrafegáveis. Não tem sinal. Não tem Demutran. Várias pessoas em cima de uma moto. E, tantos outros problemas. Uruará não tem lei. Pagamos nossos impostos e vamos exigir melhorias para Uruará”, explicou.

O comerciante Adenilto Garcia, falou que a população acordou. “A população de Uruará acordou. Vamos nos unir. Do jeito que está não dá. É lixo pra todo lado, em frente ao meu comércio tem lixo e passa meses sem coleta. As pontes na cidade estão acabadas. A cidade está precária. O prefeito tem que entender que o povo acordou. Por isso estamos aqui reunidos e vamos lutar pelos nossos direitos”, enfatizou.

Na reunião, apenas dois vereadores se fizeram presente, juntamente com as demais lideranças. O vereador Gilmar Milanski, falou do objetivo da Reunião. “Mais uma vez nos reunimos e aqui, a sociedade civil e organizada que demonstra a insatisfação com a atual gestão destacando várias reclamações com o lixo, ruas e vicinais intrafegáveis, problemas com a saúde, educação, pagamentos de salários, segurança, entre outros... Iremos mostrar através de documentos oficiais assinados, os problemas existentes às autoridades competentes, seja Municipal, Estadual ou Federal. Não é um documento contra ninguém, é um documento a favor de um Uruará melhor. Convidamos todos para abraçar esta luta conosco numa grande manifestação pacífica que será realizada breve”, disse.

O vereador Zenilson Negão, disse que a soma de todos os demais vereadores é importante para um Uruará Melhor. “Esta foi a segunda reunião e, estamos apelando para que os demais vereadores se una conosco para ajudar a população de Uruará. O vereador foi eleito para desempenhar seu papel que é de fiscalizar os atos do prefeito. Convido todos os vereadores para que abrace esta causa conosco, que tem como objetivo o bem de Uruará. Pois o atual prefeito mostrou que não tem compromisso com o povo uruaraense. Vereadores não sigam este prefeito. Você que ainda segue o prefeito, corte o vinculo e abrace as causas do povo”, apelou.

O Município se encontra em situação crítica e preocupante, enquanto o Executivo Municipal fica ausente e alheio às vontades e direitos do povo.

MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL

PROMOTOR ARIEL GUIMARÃES DIZ QUE IDENTIFICOU PROBLEMAS EM URUARÁ 

O promotor de Justiça de Uruará Ariel Guimarães disse que o Ministério Público Estadual, está acompanhando os problemas existentes na cidade, principalmente as questões dos servidores públicos tanto da saúde quanto da educação. “Já vimos alguns problemas da cidade, entre eles, o pagamento dos servidores públicos. Os da Educação já receberam um mês de atraso. Estamos vendo ainda a questão dos servidores da Saúde que estão sem receber e a questão do TFD para garantir o direito do tratamento. A atitude desta promotoria é oficiar a Prefeitura, que vai nos mandar a resposta, e depois disso, tentar o acordo, e, se não for possível o acordo do pagamento dos salários, iremos entrar com a demanda judicial para que seja garantido o pagamento dos salários de todos”, explicou.

Segundo ele, o bloqueio do FPM de 5% de Uruará, deve ser mantido, o qual não trará nenhum prejuízo ao Município. “O Ministério Público entende que deve continuar o bloqueio das contas e entende que por tratar somente de 5% não interfere no pagamento dos servidores públicos municipais”, disse.

O Dr. Ariel disse ainda que além das denúncias apresentadas pelos Servidores Públicos, outras demandas estão sendo atendidas pelo MPF. “Estamos empenhados. Com relação à segurança pública, fizemos uma reunião entre Juiz, Delegado, Major e Promotoria para planejar, melhorar e garantir a segurança pública no Município. Além disso o Ministério Público esta atendendo outras demandas tanto do Município de Uruará, quanto de Placas”, concluiu.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

CONFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

7ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL EM URUARÁ

Está sendo realizado no Município de Uruará a VII Conferência Municipal de Assistência Social. O evento realizado no auditório da Rede La Salle, vai até amanhã.

A conferência tem como tema Consolidar o SUAS de vez rumo a 2026, com o lema: Pacto Republicano no SUAS: O SUAS que temos e o SUAS que queremos.

Segundo Jonnata Arraes, um dos coordenadores da conferência, esta é uma oportunidade de apresentar propostas para melhorias na Assistência Social de Uruará, “São estes espaços coletivos que a população tem que se manifestar ver o que é mais importante para o seguimento da Assistência. Não só dos trabalhadores do SUAS mais também dos usuários das organizações da Assistência Social, do poder público e a população em geral. É importante a participação de todos nesta conferência”, disse.

A dona Cleusa Maria Braga, que participa da conferência representando os usuários da Assistência, muita coisa precisa melhorar na Assistência e a conferência é a oportunidade para apresentar propostas de melhorias. “Como usuária da Assistência, acho que precisa melhorar e ampliar o ambiente que utilizamos que é CRAS. Também é necessário que a Assistência de maior atendimento aos moradores da zona rural. E nesta conferência teremos a oportunidade de apresentar estas propostas”, disse.

O Usuário da Assistência Social, Paulo Marques, falou da importância da Conferência Municipal. “Aqui apresentamos idéias para que a Assistência atenda todas as pessoas, promovendo a inclusão social com um todo”, ressaltou.

A conferência vai até amanhã, dia 07. A sociedade civil e organizada deverá participar da Conferência para apontar os problemas existentes no município e que os resultados desse processo possam expressar a realidade existente em Uruará e construir diretrizes para a política, aderentes à realidade projetada para os próximos 10 anos.

Durante a abertura oficial, se notou a ausência do prefeito e dos vereadores.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

MARCHA DAS MARGARIDAS

SEIS MULHERES DE URUARÁ PARTICIPARÃO DA MARCHA DAS MARGARIDAS EM BRASÍLIA

Na próxima quarta-feira (12), mais de 70 mil mulheres do campo, da floresta, das águas e das cidades de todos os estados brasileiros e de várias partes do mundo se concentrarão no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, para marchar pela Esplanada dos Ministérios por igualdade, democracia, pelo fim da violência, por agroecologia, pelo direito à terra, educação, saúde e cumprimento de direitos básicos.

Trata-se da 5ª Marcha das Margaridas, a maior manifestação pelos direitos das mulheres do mundo.

De Uruará, seis mulheres deverão participar do evento que será realizado a partir das 7 horas da próxima quarta-feira (12), entre o Estádio Mané Garrincha e o Congresso Nacional.

O tema principal é: “Margaridas seguem em Marcha por Desenvolvimento Sustentável com Democracia, Justiça, Autonomia, Igualdade e Liberdade”.

O Caderno de Pauta de Reivindicações da Marcha das Margaridas, entregue para o Governo Federal e Congresso Nacional, é resultado de intensas jornadas com discussões coletivas que contemplam os anseios e as demandas específicas de cada região brasileira, com fundamentação e vivência de quem está na base, trabalhando e lutando diariamente por uma vida mais digna.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

ENERGIA ELÉTRICA VAI AUMENTAR

TARIFA DE ENERGIA VAI AUMENTAR NA PRÓXIMA SEXTA, DIA 7

Será aplicada, a partir do próximo mês, a Revisão Tarifária anual da conta de luz, conforme programação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para o Estado do Pará. O percentual de reajuste será definido nesta terça-feira, 4, quando será realizada em Brasília a reunião da diretoria da Aneel.

A reunião começa às 9h e terá transmissão pela web, através do site da Aneel. O percentual da revisão tarifária será definido na hora, com base nas planilhas de custos operacionais, investimentos e perdas enviadas pela concessionária de energia à Aneel. Seja qual for o percentual, ele entra em vigor na próxima sexta-feira, 7 de agosto.

Em audiência pública da Aneel realizada em junho deste ano, no Hangar, em Belém, a Aneel apresentou o valor preliminar de 4,26% para os consumidores conectados em baixa tensão, residenciais; e de 15,06% para os conectados em alta tensão, os industriais. Com isso, o efeito médio do reajuste deverá ser de 7,53%. Mas, os índices finais só serão definidos na reunião.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

POLÍCIA FEDERAL

POLÍCIA FEDERAL FAZ DILIGÊNCIA DE ROTINA NA CIDADE DE URUARÁ

A Polícia Federal (PF) está em Uruará desde o início desta semana realizando diligências cartorárias, quando a PF faz apenas oitivas de algumas pessoas de casos antigos que faltam ser ouvidas, de acordo informou o Delegado Vicente que comanda a equipe que se encontra na cidade, não havendo fatos relevantes na presente atuação da PF no município.

“A Delegacia de Polícia Federal em Altamira/ PA vem por meio desta informar que estamos com uma equipe sim em Uruará, mas só para cumprir diligências rotineiras. Não há nenhuma operação em andamento”, informou nota enviada ao departamento de jornalismo da Regional FM pela Delegada de Polícia Federal, Clarissa Costa, de Altamira (PA).

Imagem ilustrativa

terça-feira, 28 de julho de 2015

RODOVIA CURUÁ-UNA É DESINTERDITADA

APÓS PROTESTO, RODOVIA CURUÁ-UNA É DESINTERDITADA

Moradores do assentamento Corda Corda bloquearam nesta segunda-feira (27), a Rodovia Estadual Transuruará, (PA-370), que liga a cidade de Uruará a cidade de Santarém, no trecho localizado no km 12, na entrada da comunidade Estrada Nova, em Santarém, oeste do Pará.

Os manifestantes começaram a ocupar a via por volta das 10h para cobrar melhorias no acesso as comunidades e assentamentos, além do asfaltamento do trecho que vai da Hidrelétrica de Curuá-Una, até o município de Uruará.

A principal reivindicação dos agricultores é a trafegabilidade da PA 370 – continuação da Rodovia Curuá-Una, que liga Santarém ao município de Uruará, que está praticamente intragável, entre a localidade conhecida como “Castanheira” até a Ponte sobre o rio Tutui.

Os líderes do protesto afirmam que foram enganados pelo governo do Estado que afirmou que a verba para o asfaltamento da PA 370 estava liberada na Caixa Econômica, porém, o que se vê é que ao invés de asfaltar a rodovia o que ocorreu foi o total abandono, como o isolamento de diversas comunidades.

Os manifestantes mantiveram a ocupação por todo o dia desta segunda-feira e desbloquearam a via por volta das 19h após acordo com representantes do governo do Estado.

Para que houvesse o desbloqueio, foi acordado que dia  7 de agosto os moradores se reunirão com o governo para tratar dos assuntos reivindicados.

O diretor do núcleo regional da Secretaria Estadual de Transporte (Setran), Carlos Merabet, informou que há um projeto de conservação e limpeza lateral de toda extensão da PA-370, no sentido de melhorar a trafegabilidade de veículos e pedestres.

Sobre o asfaltamento do trecho que vai da Hidrelétrica de Curuá-Una até a cidade de Uruará, Merabet explicou que existe um financiamento para a ação, porém os recursos ainda não foram disponibilizados para que as obras sejam iniciadas.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

ERALDO PIMENTA E JOSÉ PRIANTE EM AÇÃO PARLAMENTAR

DEPUTADOS ERALDO PIMENTA E JOSÉ PRIANTE DESTINAM EMENDAS PARLAMENTARES NO VALOR DE UM MILHÃO DE REAIS PARA O MUNICÍPIO DE URUARÁ A SEREM APLICADOS NA AGRICULTURA FAMILIAR

Os deputados Eraldo Pimenta (Estadual) e José Priante (Federal), ambos do PMDB, destinaram emendas ao Município de Uruará, no valor de Um Milhão de Reais para investimento na agricultura familiar.

O Deputado Federal José Priante falou que a emenda que Uruará vai receber uma Escavadeira Hidráulica. “Destinamos esta emenda no valor de R$ 500.000,00 (Quinhentos Mil Reais), para a compra de uma retro-escavadeira Hidráulica, no sentido de incentivar e fomentar a produção agropecuária na agricultura familiar, possibilitando a recuperação de áreas consolidadas, incorporando-as ao processo produtivo, através da mecanização para produção de grãos com fim de subsistência e em escala comercial, recuperação e melhoramento de pastagens para criação de gado com mais eficiência, aumentando a taxa de lotação de animais por hectare, evitando assim novas aberturas em mata nativa. Possibilitando escavação de tanques para produção de pescados, para contribuir para na renda familiar”, explicou o deputado.

O processo pode ser acompanhado pelo site do SINCOV (Portal de Convênios do Governo Federal), a emenda Parlamentar de nº 32600001 do deputado Federal José Priante.


Para complementar, o deputado Estadual Eraldo Pimenta, também destinou mais 500 Mil Reais em equipamentos agrícolas. “As emendas funcionam em parceria com o Estado. O deputado envia à secretaria de Agricultura do Estado, e, a mesma licita os equipamentos que serão entregues ao Município”, disse Eraldo Pimenta.

ASSISTÊNCIA SOCIAL

APÓS TER AJUDA NEGADA PELA ASSISTÊNCIA SOCIAL IDOSA RECEBE AJUDA DA REGIONAL E POPULAÇÃO

A moradora Elizabete Chaves, procurou a equipe do Jornal O Regional da Rádio Regional FM 91.3, e contou da triste situação em que se encontra sua mãe, dona Deuzuita.

Segundo ela, a mãe passou por uma cirurgia em Teresina. “Não temos dinheiro para comprar os remédios. Ela está usando uma sonda e não temos condições de comprar a bolsa para substituição. Estamos passando necessidade. Não tem gás, não tem comida. Já fui ao Fórum, ao CRAS, ao Hospital Municipal, fomos a Câmara de Vereadores e ninguém nos ajuda. Peço ajuda da população”, explica.

A matéria sobre a situação de dona Deuzuita (62 anos), foi veiculada nesta terça-feira (21) e, pós a veiculação da notícia, ouvintes da Rádio Regional cederam uma cesta para a idosa que mora na Rua Tiradentes, nº 80, zona Leste da cidade de Uruará. O gesto de doação foi importante.

Interessados em colaborar com a dona Deuzuita, sinta-se a vontade.

Pesquisar este blog